Animais > Santa Inês
SA Igapó 1346
A raça de ovinos Santa Inês tem origem na década de 50, quando o animal era chamado de Pêlo-de-boi. Originário do Nordeste brasileiro, o Santa Inês é resultado do cruzamento das raças Bergamácia, Morada Nova e Somális. As características atuais do animal são resultado da seleção natural e dos trabalhos de seleção genética de técnicos e criadores. O tipo de orelha, o formato da cabeça e os vestígios de lã evidenciam a presença da raça Bergamácia. Já a condição de deslanado e as pelagens são traços da raça Morada Nova. A raça Somális também deixou sua marca no Santa Inês, através da gordura que se apresenta em torno da implantação da cauda, nos casos em que o animal está mais gordo. Uma coisa é certa para identificar um autêntico Santa Inês: todos eles têm corpos grandes, pernas compridas, orelhas pendulares e longas, e não apresentam chifres. A pelagem pode ser branca, malhada, castanha ou preta.
A raça surgiu como uma excelente alternativa para os criadores brasileiros que buscavam animais de grande porte, pêlo curto, produtivos e perfeitamente adaptados às condições climáticas do Brasil. Além dessas características, o ovino possui uma ótima conformação de carcaça, é bastante fértil, prolífico e precoce. Os machos chegam a pesar de 120 a 130kg e as fêmeas, de 80 a 90Kg. Elas se destacam também pela habilidade materna e pela excelente capacidade leiteira.
A raça de ovinos Santa Inês tem origem na década de 50, quando o animal era chamado de Pêlo-de-boi. Originário do Nordeste brasileiro, o Santa Inês é resultado do cruzamento das raças Bergamácia, Morada Nova e Somális.
As características atuais do animal são resultado da seleção natural e dos trabalhos de seleção genética de técnicos e criadores. O tipo de orelha, o formato da cabeça e os vestígios de lã evidenciam a presença da raça Bergamácia. Já a condição de deslanado e as pelagens são traços da raça Morada Nova. A raça Somális também deixou sua marca no Santa Inês, através da gordura que se apresenta em torno da implantação da cauda, nos casos em que o animal está mais gordo. Uma coisa é certa para identificar um autêntico Santa Inês: todos eles têm corpos grandes, pernas compridas, orelhas pendulares e longas, e não apresentam chifres. A pelagem pode ser branca, malhada, castanha ou preta.
A raça surgiu como uma excelente alternativa para os criadores brasileiros que buscavam animais de grande porte, pêlo curto, produtivos e perfeitamente adaptados às condições climáticas do Brasil. Além dessas características, o ovino possui uma ótima conformação de carcaça, é bastante fértil, prolífico e precoce. Os machos chegam a pesar de 120 a 130kg e as fêmeas, de 80 a 90Kg. Elas se destacam também pela habilidade materna e pela excelente capacidade leiteira.
Padrão Racial
- Aspecto Geral
- Animal deslanado, com pêlos curtos, grande porte, boa qualidade de carne e baixo teor de gordura, adaptação a qualquer sistema de criação e de pastagem.
- Aptidões
- Carne e pele. Fêmeas prolíficas e boas criadeiras, com frequentes partos duplos.
- Corpo
- Peito largo, arredondado e um pouco proeminente. Tronco forte, quartos dianteiros e traseiros grandes, com boa cobertura de carne. Dorso reto, podendo apresentar pequena depressão atrás da cernelha. Garupa levemente inclinada.
- Pele
- Macia, solta, sem pelos, de cor escura.
- Cabeça
- Média, ausência de chifres, perfil semiconvexo, olhos bem separados, narinas proeminentes com mucosas pigmentadas (exceto na variedade branca), orelhas de tamanho médio, em forma de lança, pouco inclinadas.
Pescoço: bem implantado no corpo, de tamanho regular. Garupa: pouco inclinada, quartos vigorosos; cauda de tamanho médio até a altura dos jarretes; patas grandes com cascos escuros ou branco de acordo com as órbitas oculares e mucosas nasais.
